Criei esta blog para contar a história e homenagear minha filha Anna Beatriz, a nossa Bia,que lutou bravamente contra um câncer, mas JESUS precisou desta florzinha linda e buscou-a para enfeitar seu jardim. Foi uma guerreira e muito nos ensinou em seus 3 anos e meio de vida.
Total de visualizações de página
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Em breve novas postagens :)
Logo estarei continuando a escrever o blog, mas a preguicinha da gravidez está me consumindo rsrs
sábado, 14 de janeiro de 2012
O diagnóstico, um dia que nunca sairá da memória
Um dia que nunca sairá da memória: 16/09/1999 - quinta-feira, enfim o diagnóstico, já eram 15 dias de espera, medos e dúvidas.
Lembro-me perfeitamente que neste dia pela manhã, fui dar banho na Bia como de costume, mas ao molhar a cabecinha dela para lavar os cabelos, lindos e negros, me deparei com uns "buracos" na cabeça dela, bem sensível ao toque, quando levante a franja, fiquei chocada! Havia um enorme "afundamento" em cima de sua testa, sabe quando o ovo de páscoa fica mole e deforma um pedaço afundando o chocolate? era mais ou menos assim. Fiquei desesperada, pedi que minha mãe acabasse o banho nela e sai correndo do quarto e fui até o posto de enfermagem e informei o fato recém-descoberto, mas para meu espanto, ninguém parecia assustado ou surpreso, toda a equipe parecia saber de algo que eu ainda não sabia, então me disseram que o Dr. Carmello já estava a caminho e logo iria me chamar para conversar.
Realmente, logo ele chegou, eu estava com a Bia na brinquedoteca do hospital e me chamaram lá, deixei ela lá e fui de encontro ao médico que estava no quarto da Bia me aguardando, quando eu entrei ele me perguntou seu eu queria chamar alguém e rapidamente chamei minha mãe, então ele se sentou numa cadeira no meio de nós duas e eu de frente para minha mãe, eu só olhava para o chão, não tinha forças de encarar o olhar do médico, parecia até que eu já sabia o que iria ouvir.
Começamos a conversar e logo o médico nos disse que a "baixinha" era assim que ele chamava carinhosamente a Bia, não tinha leucemia, ufa foi um alívio momentâneo, pensei:ela não tem câncer, agradeci tanto a Deus nos meus pensamentos, e logo fui interrompida por ele continuar falando e até que eu ouvi uma palavra que nunca tinha ouvido na vida: NEUROBLASTOMA, e então ele continuou, é essa a doença da baixinha, o que eu posso dizer que é um tumor, daí eu pensei: ah pra ser câncer tem que ser maligno, se ele não falou não é, ufa de novo! Mas novamente meus pensamentos foram interrompidos pela conclusão das palavras do médico, é um tumor e é maligno!!! Daí num ímpeto, mesmo eu estando "petrificada" meus lábios incontrolavelmente afirmaram e falaram: É CÂNCER!
E com lágrimas nos olhos e voz embargada, o Dr. Carmello abaixou a cabeça em consentimento, respirou fundo e nos explicou um pouco sobre o que conhecia daquele tumor, não era a especialidade dele! Então ele nos disse que ali terminava a jornada dele com a Bia e que nos deixaria nas mãos de um excelente profissional e especialista no assunto, logo entraria na nossa jornada o Dr. Fernando Werneck - onco-hematologista-pediátrico, do quarto mesmo o Dr. Carmello ligou pra ele para passar o caso, mas foi informado pela secretária do Dr. Fernando, que ele estava em congresso fora do Brasil e só voltaria em uns dias e até lá o Dr. Carmello continuaria no caso.
Caramba, minha filha estava com câncer, minha única filha, minha preciosidade, minha princesa de apenas 1 ano e 11 meses de vida. Havia pouco mais de 1 mês que eu havia me convertido ao Senhor e estava frequentando a Igreja Batista e não conseguia entender porque daquilo tudo nas nossas vidas.
Porque meu Deus, eu só sabia perguntar a Deus porque????
Se quiser saber mais sobre o Neuroblastoma, clique em: http://www.oncopediatria.org.br/portal/artigos/pais/tipos_cancer/neuroblastoma.jsp
Espero que não precise, mas se precisar de um médico especialista no assunto no RJ , super amigo e humano( depois de Jesus que é o médico dos médicos), procure por Dr.Fernando Werneck, na rede pública no Hospital dos Servidores do Estado RJ e na rede particular no consultório em Boatafogo através do tel: (21)2286-0524
Lembro-me perfeitamente que neste dia pela manhã, fui dar banho na Bia como de costume, mas ao molhar a cabecinha dela para lavar os cabelos, lindos e negros, me deparei com uns "buracos" na cabeça dela, bem sensível ao toque, quando levante a franja, fiquei chocada! Havia um enorme "afundamento" em cima de sua testa, sabe quando o ovo de páscoa fica mole e deforma um pedaço afundando o chocolate? era mais ou menos assim. Fiquei desesperada, pedi que minha mãe acabasse o banho nela e sai correndo do quarto e fui até o posto de enfermagem e informei o fato recém-descoberto, mas para meu espanto, ninguém parecia assustado ou surpreso, toda a equipe parecia saber de algo que eu ainda não sabia, então me disseram que o Dr. Carmello já estava a caminho e logo iria me chamar para conversar.
Realmente, logo ele chegou, eu estava com a Bia na brinquedoteca do hospital e me chamaram lá, deixei ela lá e fui de encontro ao médico que estava no quarto da Bia me aguardando, quando eu entrei ele me perguntou seu eu queria chamar alguém e rapidamente chamei minha mãe, então ele se sentou numa cadeira no meio de nós duas e eu de frente para minha mãe, eu só olhava para o chão, não tinha forças de encarar o olhar do médico, parecia até que eu já sabia o que iria ouvir.
Começamos a conversar e logo o médico nos disse que a "baixinha" era assim que ele chamava carinhosamente a Bia, não tinha leucemia, ufa foi um alívio momentâneo, pensei:ela não tem câncer, agradeci tanto a Deus nos meus pensamentos, e logo fui interrompida por ele continuar falando e até que eu ouvi uma palavra que nunca tinha ouvido na vida: NEUROBLASTOMA, e então ele continuou, é essa a doença da baixinha, o que eu posso dizer que é um tumor, daí eu pensei: ah pra ser câncer tem que ser maligno, se ele não falou não é, ufa de novo! Mas novamente meus pensamentos foram interrompidos pela conclusão das palavras do médico, é um tumor e é maligno!!! Daí num ímpeto, mesmo eu estando "petrificada" meus lábios incontrolavelmente afirmaram e falaram: É CÂNCER!
E com lágrimas nos olhos e voz embargada, o Dr. Carmello abaixou a cabeça em consentimento, respirou fundo e nos explicou um pouco sobre o que conhecia daquele tumor, não era a especialidade dele! Então ele nos disse que ali terminava a jornada dele com a Bia e que nos deixaria nas mãos de um excelente profissional e especialista no assunto, logo entraria na nossa jornada o Dr. Fernando Werneck - onco-hematologista-pediátrico, do quarto mesmo o Dr. Carmello ligou pra ele para passar o caso, mas foi informado pela secretária do Dr. Fernando, que ele estava em congresso fora do Brasil e só voltaria em uns dias e até lá o Dr. Carmello continuaria no caso.
Caramba, minha filha estava com câncer, minha única filha, minha preciosidade, minha princesa de apenas 1 ano e 11 meses de vida. Havia pouco mais de 1 mês que eu havia me convertido ao Senhor e estava frequentando a Igreja Batista e não conseguia entender porque daquilo tudo nas nossas vidas.
Porque meu Deus, eu só sabia perguntar a Deus porque????
Se quiser saber mais sobre o Neuroblastoma, clique em: http://www.oncopediatria.org.br/portal/artigos/pais/tipos_cancer/neuroblastoma.jsp
Espero que não precise, mas se precisar de um médico especialista no assunto no RJ , super amigo e humano( depois de Jesus que é o médico dos médicos), procure por Dr.Fernando Werneck, na rede pública no Hospital dos Servidores do Estado RJ e na rede particular no consultório em Boatafogo através do tel: (21)2286-0524
A primeira de muitas...
Era dia 03/09/1999 e o 1º dia de internação da Bia, recebemos a informação de que ela poderia estar com Leucemia, caramba como foi difícil aceitar esta possibilidade, não parecia ser real! Mas logo no dia seguinte, "na marra" a realidade veio a tona, foi decidido que seria necessário a realização de uma biópsia da medula e devido ao estado de saúde debilitado da Bia, foi necessária uma transfusão sanguínea, a 1ª de muitas :(
Assim foi feito, ela realizou a transfusão e horas depois foi para o centro-cirúrgico realizar a biópsia, graças a Deus foi tudo bem, ela voltou pro quarto muito bem!!!
No período de 05/09 a 15/09/1999 foram realizados muitos exames de sangue e ultrassonografias, os resultados não eram nada bons, até que na última ultrassonografia foi visualizada uma calcificação sob o fígado e todos ficamos alarmados, embora o resultado da biópsia ainda não tivesse saído.
Cada dia parecia uma eternidade, estávamos ali "internadas" há 15 dias, mas parecia um século!
* Para muitos pacientes com leucemia, ás vezes só um transplante de medula pode ser a esperança, pense nisso, doe medula, faça seu cadastro em um hemocentro de sua cidade!
Assim foi feito, ela realizou a transfusão e horas depois foi para o centro-cirúrgico realizar a biópsia, graças a Deus foi tudo bem, ela voltou pro quarto muito bem!!!
No período de 05/09 a 15/09/1999 foram realizados muitos exames de sangue e ultrassonografias, os resultados não eram nada bons, até que na última ultrassonografia foi visualizada uma calcificação sob o fígado e todos ficamos alarmados, embora o resultado da biópsia ainda não tivesse saído.
Cada dia parecia uma eternidade, estávamos ali "internadas" há 15 dias, mas parecia um século!
* Para muitos pacientes com leucemia, ás vezes só um transplante de medula pode ser a esperança, pense nisso, doe medula, faça seu cadastro em um hemocentro de sua cidade!
Como tudo começou...
Os primeiro 22 meses de vida da Bia foram como de qualquer criança da idade dela, de forma saudável e alegre! Mas com 1 ano e 11 meses de vida, no início de setembro/1999, ela começou com uma febre sem motivo aparente, levei-a até Clínica São Lucas ( na época morávamos em Macaé) e de acordo com a pediatra plantonista, não havia nenhum foco infeccioso ou viral que justificasse a febre persistente, no entanto decidiu interná-la para realizar exames mais específicos e mesmo com hemograma apontando uma queda significativa no hematócrito ( 20%) a pediatra resolveu considerar que fosse um erro laboratorial e iniciou um esquema de antibioticoterapia, mesmo sem vestígios de foco infeccioso, porém na época eu ainda não tinha feito faculdade, não era Enfermeira e não tinha conhecimento técnico algum, então o que a médica falasse pra mim era uma ordem. Era uma sexta-feira, foi o 1º dia de internação. No dia seguinte, um sábado pela manhã, ao sair no corredor do hospital, me deparo com a pediatra da Bia, a que fazia o acompanhamento dela desde 1 mês de vida, Drª Cristina Alvariz, e após ver os resultados dos exames ( aqueles que a pediatra plantonista preferiu considerar erro laboratorial) ela conversou comigo e afirmou que a Bia precisava ser transferida para o Rio de Janeiro urgentemente, pois Macaé não tinha suporte de tratamento ou diagnóstico e nos encaminhou para um hematologista conceituado.
Fiquei meio atordoada, mas acatei a decisão, minha mãe estava em Macaé visitando a Bia, então ela assinou a alta "a revelia" e levou a Bia pro Rio e logo marcou a consulta com Dr. Carmello ( hematologista) para segunda-feira seguinte.
Enfim chegou a 2ª feira, a Bia foi ao consultório particular do hematologista, todos estávamos assustados, mas fomos acolhidos pelo olhar amigo do Dr.Carmello, logo ele realizou uma punção lombar e pediu mais alguns exames sanguíneos e nos mandou pra casa e pediu que aguardássemos ele ligar.
A Bia estava debilitada, abatida, mas ainda assim mantinha um sorriso alegre e contagiante no rostinho lindo dela!!!
Em menos de 24h ele ligou e as notícias não eram boas, ele pediu pra vê-la urgentemente e novamente iria realizar uma punção lombar, então fomos em caráter emergencial ao encontro dele no Hospital da Polícia Militar (a Bia não tinha direito a este hospital, mas ele estava de plantão lá naquele dia) e nova punção foi realizada, sem anestésicos foi doloroso demais ver o sofrimento da minha filha, ela fazendo força pra se soltar dos meus braços e meu corpo debruçado sobre ela, enquanto o médico colhia o exame. Logo em seguida ele nos encaminhou pra internação na Pronto-Baby e seria iniciado um esquema medicamentoso a base de "corticóides", pois ele já sabia que ela estava com deficiência na medula óssea, mas não sabia ainda o motivo, só os exames revelariam.
Eu jamais poderia imaginar o estava por vir...
Fiquei meio atordoada, mas acatei a decisão, minha mãe estava em Macaé visitando a Bia, então ela assinou a alta "a revelia" e levou a Bia pro Rio e logo marcou a consulta com Dr. Carmello ( hematologista) para segunda-feira seguinte.
Enfim chegou a 2ª feira, a Bia foi ao consultório particular do hematologista, todos estávamos assustados, mas fomos acolhidos pelo olhar amigo do Dr.Carmello, logo ele realizou uma punção lombar e pediu mais alguns exames sanguíneos e nos mandou pra casa e pediu que aguardássemos ele ligar.
A Bia estava debilitada, abatida, mas ainda assim mantinha um sorriso alegre e contagiante no rostinho lindo dela!!!
Em menos de 24h ele ligou e as notícias não eram boas, ele pediu pra vê-la urgentemente e novamente iria realizar uma punção lombar, então fomos em caráter emergencial ao encontro dele no Hospital da Polícia Militar (a Bia não tinha direito a este hospital, mas ele estava de plantão lá naquele dia) e nova punção foi realizada, sem anestésicos foi doloroso demais ver o sofrimento da minha filha, ela fazendo força pra se soltar dos meus braços e meu corpo debruçado sobre ela, enquanto o médico colhia o exame. Logo em seguida ele nos encaminhou pra internação na Pronto-Baby e seria iniciado um esquema medicamentoso a base de "corticóides", pois ele já sabia que ela estava com deficiência na medula óssea, mas não sabia ainda o motivo, só os exames revelariam.
Eu jamais poderia imaginar o estava por vir...
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
E nasce uma mãe...
Eu tinha apenas 19 anos e um diagnóstico de gravidez positivo nas mãos, que loucura! A cabeça a mil por hora e sem saber como contar pra minha mãe, o pensamento era um só: "ela vai me matar", mas ainda bem que eu estava errada, ela não me "matou" mas me mostrou as consequências que eu deveria assumir por não ter me precavido e mesmo assim eu estava decidida a seguir em frente, e segui!
E foi em março/1997 que eu descobri que estava com quase 3 meses de gestação, minha menstruação foi normal nos 2 primeiros meses. Logo contei ao meu namorado e logo ele disse que estaria comigo pro que "der e vier" (lá na frente da história vcs verão que não foi bem assim) eu acreditei e isso me fez sentir mais forte.
Passei uma gestação conturbada em relação ao nosso namoro, terminamos e reatamos várias vezes, até que em 27/09/1997 com 54cm e 4.100g nascia a minha Anna Beatriz e eu me tornava de fato MÃE!!!
Uma sensação inexplicável de sentir, mas muito maravilhosa, só quem é mãe entende!!!
Tudo foi perfeito, até que após o 1º aninho da Bia, eu e o pai dela nos separamos de vez, acabou!!! Passamos a ser só nós duas e muito felizes! Mas eu não sabia que esta felicidade só duraria mais 11 meses...
E foi em março/1997 que eu descobri que estava com quase 3 meses de gestação, minha menstruação foi normal nos 2 primeiros meses. Logo contei ao meu namorado e logo ele disse que estaria comigo pro que "der e vier" (lá na frente da história vcs verão que não foi bem assim) eu acreditei e isso me fez sentir mais forte.
Passei uma gestação conturbada em relação ao nosso namoro, terminamos e reatamos várias vezes, até que em 27/09/1997 com 54cm e 4.100g nascia a minha Anna Beatriz e eu me tornava de fato MÃE!!!
Uma sensação inexplicável de sentir, mas muito maravilhosa, só quem é mãe entende!!!
Tudo foi perfeito, até que após o 1º aninho da Bia, eu e o pai dela nos separamos de vez, acabou!!! Passamos a ser só nós duas e muito felizes! Mas eu não sabia que esta felicidade só duraria mais 11 meses...
Sua doce voz, pequenas recordações!
O câncer infantil
O diagnóstico de câncer é uma notícia terrível a qualquer pessoa, muito pior quando de trata de uma criança pura e indefesa. É uma tragédia que abala toda a família, mas também mobiliza e permite muitas descobertas surpreendentes de atos de fé e amor!
Esse blog é uma comovente narrativa de uma mãe diante do diagnóstico sombrio de um câncer avançado em sua pequenina filha de 1 ano e 11 meses, bem como o seu tratamento. Uma jornada difícil, com momentos de muitas angústias, dúvidas, medos mas também marcada por atos e pessoas que se mostraram grandes e queridas companheiras de luta.
A inocência de uma criança pode por muitas vezes esconder a força e sabedorias que esses pequeninos carregam, a leitura deste blog vai revelar a você ( que não está lendo estas palavras por acaso e sim porque foi direcionado por Deus por algum motivo) um exemplo simples e sincero da realidade que é a dor de perder um filho tão precocemente e a força e fé em Deus que trouxe a superação.
É uma história de fé, amor e esperança e que enriquece nossos corações!!!
Esse blog é uma comovente narrativa de uma mãe diante do diagnóstico sombrio de um câncer avançado em sua pequenina filha de 1 ano e 11 meses, bem como o seu tratamento. Uma jornada difícil, com momentos de muitas angústias, dúvidas, medos mas também marcada por atos e pessoas que se mostraram grandes e queridas companheiras de luta.
A inocência de uma criança pode por muitas vezes esconder a força e sabedorias que esses pequeninos carregam, a leitura deste blog vai revelar a você ( que não está lendo estas palavras por acaso e sim porque foi direcionado por Deus por algum motivo) um exemplo simples e sincero da realidade que é a dor de perder um filho tão precocemente e a força e fé em Deus que trouxe a superação.
É uma história de fé, amor e esperança e que enriquece nossos corações!!!
Um novo blog, mas a mesma história!
Por um descuido meu ao excluir uma conta do orkut, eu acabei apagando sem querer o blog que escrevi contando a história de luta, determinação e milagres, pela qual passei durante todo 1 ano e meio de tratamento da minha filha Bia.
Relutei um pouco, em recriar este blog, mas aqui estou de volta, aos poucos vou reescrevendo!
Com carinho,
Ane - eternamente mãe da Bia
Relutei um pouco, em recriar este blog, mas aqui estou de volta, aos poucos vou reescrevendo!
Com carinho,
Ane - eternamente mãe da Bia
Assinar:
Comentários (Atom)




